na tangência, o desejo da plenitude

março 18, 2009

O desenrolar da historia define a presença do caos e ausência de fatores preestabelecidos. O enrolar do tempo define que a única intenção é assistir. Assistir você passar. A confusão se define por um lado pela falta de necessidade e pelo exagero de escolhas, basta simplicidade: um banco; uma praça; um muro. Mas por outro, define… por outro não define nada. Aceito a confusão de um modo tão honesto que embarco na aventura. Mas como ele disse, queremos um momento de plenitude, queremos um momento de paz, queremos que tudo se defina, se conclua a ponto do desejo ser superficial. Um momento de comunhão sem barreiras. Não julgo barreiras, se elas existem são para ser ultrapassadas. Que se pule o muro, mesmo que pro lado errado. Mas voto, com minha fé, para o lado certo. Despretensão foi no pré. Agora a história acontece. Apesar da confusão, que chega a mim, e me incomoda, é a única coisa que tenho a oferecer também. Definição é uma coisa que busco ter, mas parece que é cedo ainda. Posso falar, agora, do que chamo de ciclo de experiências… O tempo circula nossos momentos em torno de fatos repetitivos, mas que aos poucos tem seu raio ampliado. Raio que representa campo de vivência. Raio que cresce com despretensão. Raio que se repousa com conformismo. Crescer é sempre a vontade, minha e sua – às vezes omitida. “Não tem vontade?”, perguntei. “Não”, respondeu. Mentira, penso eu. Inércia humana que não vem de massa, mas pela falta de vivência. Inércia tendenciosa que, de fato, desejo no momento certo: na conquista. “Já pensou em ser pai?”, claro. Símbolo da plenitude, que naquele momento, se passa o conhecimento que se tem orgulho. À sensação de estar chegando, fico pasmo com a mudança. Devir. A. À. Ã. Á. a; â, Δ, α. Doideras à parte. Ser colocado como momento singular é a pior coisa da história, só acho engraçado ignorar isso. Talvez por achar que mentes. E que definição é bobagem, “construa ao vivo”. Cara, que engraçado isso. Posso morrer de rir aqui. Reler meus pensamentos sobre milhões de coisas distintas, que para você não devem fazer nenhum sentido. Pior fica, quando sei que sentido não há. É volátil em função do tempo. E que depois, depois, quando tudo der certo…. Sei lá, pedi que me dissesse seus pensamentos, era tudo que queria, na verdade é o que sempre me interessou. Mas aqui no meio da tangência, defino meu desejo como, o que os matemáticos chamam, de Ciclo Limite.

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