Em uma tarde em um laboratório de botânica perto da califórnia…

agosto 6, 2009

Das variações das mais diversas formas que a flora pode ter, o fato da indeterminação de uma espécie só pode definir o novo, o único, o desconhecido até certo ponto, já que permeia, ali, entre a margarida e a tulipa com uma vertente de orquídea assassina.

Outro dia fui ver que descobriram que pesquisadores viajandões sequelaram na idéia do comprimento do bico do tucano ter algum vinculo com um complexo sistema digestivo ou algo bem elaborado sobre reprodução, porque sabe né? Bico, grande, e colorido… enfim, o fato é que, de fato, não tem nada; os argumentos para existência do bico mais compridos das aves, dizem agora, ter a ver com o isolamento térmico; pra mim ficou só a curiosidade da transição do ponto de vista e mais um questionamento que põem ciência como idiota muitas vezes; culpa do método.

Vai.. as orquídeas são sem dúvida assassinas, vão te engolir e nem vai reparar; as tulipas fechadas demais apesar da beleza romântica; as margaridas completam a simplicidade e despretensão, mas caem na burrada da inocência; não vejo melhor classificação, é ali, página quinze do livro, me passa as fotos e a caneta chicão. Entende que perfeição? Enxerga isso chicão? Enxerga? “Po… não”. Ahhh! Vai pra porra!

Tava passeando pela tv esses dias. Parei em um documentário do Discovery, falava sobre assassinos, mostravam milhões de fotos de extrema violência: pernas no ventilador; cabeça no abajur; e até vidro no olho (esse filme eu já vi), mas sei lá, achei irado, não acha não Chico? Sabe.. tem algo de magnífico nisso tudo. Todos eram loucos, todos tinham o poder de construir um mundo completamente fora dos padrões e terem completa convicção de que estavam certos, admito que seja poder mesmo, e inteligência, é isso, gostei. Achei.

Está ai o ponto que faltava sobre as orquídeas. Mas elas são bem complexas; vão bem além do trivial. Mas é isso? São loucas!? Parasitas. Belas. Assustadoras. É! Só pode ser! Então, Chico, anota ai: mistura da base holandesa das tulipas com a simplicidade da margarida (não esquece de botar o nome certo dessas paradas, da margarida eu acho que é a Bellis Perennis, ou sylvestris? Sei lá… enfim..), e a beleza romântica da tulipa, e coloca um asterisco para a parte da orquídea que isso vai demandar tempo.

“Mas ô chefe, tem nome ela não?”. Ahhh… chicão que bom que tenho você. Que bom! Que bom! Temos que pensar nisso! Escolhe ai, bem bonito!Tu tem filha Chico? Pode botar… da mais velha. “Mais a nova é mais bonita chefe…”. Ahhh vai pra porra chicão, vai pra porra…

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One Response to “Em uma tarde em um laboratório de botânica perto da califórnia…”

  1. alexandre colchete Says:

    lol, chicão


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