Ilusão

junho 24, 2009

Simplesmente apareceu em minha frente um link para um blog com o post com o seguinte título: The best optical ilusion i have seen all year. Eu completaria, falando tecnicamente, desde de sempre. Segue abaixo.

colors

Teoricamente, profundamente, detalhadamente, o espiral verde e azul são da mesma cor. Cheguei a pensar que era mais uma brinks da internet. Mas, de fato, não é.

Boa sorte.

A consciência do espaço está muito longe de vir de percepções do cotidiano. Talvez se limitar a submundos, onde sua mente possa se orientar e se sentir confortável, seja uma boa tática de sobrevivência. A limitação do conhecimento, ou simplesmente ignorar certas existências, podem ser bem convenientes. E de fato porque? Porque quero saber? Qual seria o motivo de conhecer? Da obtenção do conhecimento? Às vezes é bastante vago, quase como uma tentativa de obter uma posição divina de sábio, ou simplesmente por poder. Eu? Eu contemplo. Me interessa saber como é o belo, simplesmente por admiração. E essa foto é um exemplo. Uma galáxia inteira em uma foto, não preciso nem citar a distância. A tenha como algo que não consiga nem imaginar, mas para ter idéia: 264719138753664000000 quilômetros da terra; 800 bilhões de sois.  (…)

[Atualização]

Esqueci de chamar atenção para alguns detalhes. Enxerga os pontinhos ao fundo? São outras galáxias…

Galáxia do Sombrero

 

Uma idéia tão fantasiosa, mas que representa algo tão singelo quanto a essência da personalidade de um pássaro. Você tão complexo que não percebe a lógica por trás de suas atitudes, que não entende suas caretas em momentos espontâneos. De onde vieram?

Não me espanto ao te ver confuso e desligado ao falar ao telefone. Uma comunicação pura de canto. Criada dentro de você, ela não é sua, se forma de dentro para fora no oco espaço da sua garganta. Reflexo da sua fisionomia e personalidade, reflete tudo. O canto é a expressão do espírito. E por isso ao ver Chaplin em seu cinema mudo, não me espanta sua semelhança com o id: sem culpa; sem responsabilidades.

Vejamos então (Os pássaros ao nascerem carregam uma informação genética, mas que não basta para formação de seu comportamento. O canto deles é extremamente influenciado pelo ambiente. O que quero dizer é que se pegarmos uma espécie de pássaro, ainda filhote, e de alguma forma impedir que ele ouça o canto de seus pais ou de algum de seus irmãos, ele desenvolverá um som completamente diferente, completamente irreconhecível, para os outros membros da espécie. Isso acontece durante um tempo, que é conhecido como imprinting (Konrad Lorenz). Lorenz estudou esse fenômeno para patos, ele devia se divertir quando conseguia estampar na cabeça de uma ninhada que ele era o objeto a ser seguido. Ele questionava que um animal, se estudado em laboratório, teria comportamento completamente diferente do natural. Mostrou isso fazendo com que (não suficiente ele) um balão fosse o símbolo da mãe de uma ninhada. Todos seguiam o objeto marcado no imprinting mesmo depois de adultos) como uma analogia.

Que canto você tem?

 

Áaaa Áaaa.

 

Áaaa Áaaa.

 

(http://www.flickr.com/photos/36222917@N05/3348388295/

 


in Tiantan

abril 5, 2009

http://www.flickr.com/photos/kenziemc/2891218895/in/pool-sx-70

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Ou melhor, transdisciplinaridade.

Mr. Bogart

março 29, 2009

Humphrey Bogart: a origem do verbo que este blog carrega em seu nome

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FILE 2009

março 24, 2009

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